segunda-feira, 30 de maio de 2011
Mudanças...
Quando plantamos uma roseira, notamos que ela fica
dormindo muito tempo no seio da terra, mas ninguém
ousa criticá-la, dizendo:"Você não tem raízes profundas"
ou "falta entusiasmo na sua relação com o campo". Ao
contrário, nós a tratamos com paciência, água e adubo.
Quando a semente se transforma em muda, não passa
pela cabeça de ninguém condená-la como frágil, imatura,
incapaz de nos brindar imediatamente com as rosas que
estamos esperando. Ao contrário: nos maravilhamos
com o processo do nascimento das folhas seguido dos
botões, e, no dia em que as flores aparecem, nosso
coração se enche de algria. Entretanto, a rosa é a rosa
desde o momento em que nasce até o seu período de
esplendor, e termina murchando e morrendo. A cada
estágio que atravessa - semente, broto, botão, flor -
expressa o melhor de si. Também nós, em nosso
crescimento e constante mutação, passamos por vá-
rios estágios: vamos aprender a reconhecê-los, antes
de criticar a lentidão de nossas mudanças.
(W.Timothy Gallway)
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